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hal.structure.identifierLes Afriques dans le monde [LAM]
dc.contributor.authorCAHEN, Michel
dc.date.issued2015-06
dc.identifier.issn0100-6932
dc.description.abstractEnMany times, what has been done when interpreting the evolution of the PALOPs, especially by academics from the left-wing, corresponds exac- tly to what the pioneering authors of subaltern studies in India censured, in the authors close to modernist nationalism of the Congress Party, or close to Stalinized Marxism of the Communist Party in India. Thereby meaning a hypertrophy in the speech role, in the role of the elites on the way to globalization and a devaluation in the subalterns’ expressions. Furthermore, if so many articles, thesis’ and social sciences’ books on and from Portuguese speaking countries frequently have included, from the end of the XX century onwards, the word "post(-)colonial" in their titles, most of the times the meaning was merely chronological (“post-co- lonial”), without any links to a theoretical “postcolonial” approach. But also, the essentialisation of colonial heritage brought by postcolonial theory should be avoided, as it underestimates the contemporary pro- duction of subalternity, without which these colonial heritages would rapidly lose their relevance in some social spheres.In this context, this article’s objective is to develop a subaltern analysis of the PALOPs evolution, but in a“post-postcolonial” way, putting in perspective the role of the political discourse of the ruling elites, in order to give priority to the evolution of social structures, and within this framework, come back to analyzing the “social content” of the political culture which appears throughout the discourse. However, the important diversity of the PALOPs is to bear in mind, since they are countries far more shaped by their regions’ African history than by an “ex-Portuguese” identity.
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Paraná
dc.subjectpostcolonial
dc.subjectsubalternité
dc.subjectnation
dc.subjectcréolité
dc.subjectculture politique
dc.subjectparti unique
dc.subjectPays africains de langue officielle portugaise
dc.subject.enOne-Party State
dc.subject.enSubalternity
dc.subject.enPolitical Culture
dc.subject.enpost-colonial
dc.subject.ennation
dc.subject.encriolness
dc.subject.enAfrican Portuguese-speaking countries
dc.titlePoints communs et hétérogénéité des cultures politiques dans les PALOP – Un point de vue "post-postcolonial"
dc.title.enCommonalities and heterogeneity of political cultures in PALOPs - A "post-postcolonial" point of view
dc.typeArticle de revue
dc.subject.halSciences de l'Homme et Société/Histoire
dc.subject.halSciences de l'Homme et Société/Science politique
bordeaux.journalHistória: Questões & Debates
bordeaux.page19-47
bordeaux.volumeLXII
bordeaux.issue1
bordeaux.peerReviewedoui
hal.identifierhalshs-02469724
hal.version1
dc.description.abstractPtNas interpretações da evolução dos PALOPs, muitas vezes o que foi feito, em particular por académicos de esquerda, corresponde exatamente ao que os autores pioneiros dos estudos subalternos na Índia censura-vam aos autores próximos do nacionalismo modernista do Partido do Congresso ou do marxismo estalinizado do Partido comunista da Índia: via de globalização e uma desvalorização das expressões das subalterni-dades. Além disso, se muitos artigos, teses, e livros em ciências sociais sobre e nos países de língua portuguesa incluíram frequentemente nos , na grande maioria dos casos, o sentido foi meramente cronológico ("pós-colonial"), sem ligação com uma aproximação teórica "póscolonial". Mas também se deve evitar a essencialização da herança colonial trazida pela teoria póscolonial, que subestima os processos contemporâneos de produção da subalternidade, sem os quais essas heranças coloniais perderiam rapidamente a sua relevância em certos estratos sociais. Neste contexto, o objetivo deste artigo é desenvolver uma análise subal-ternista mas "pós-póscolonial" da evolução dos PALOPs, relativizando o papel do discurso político das elites no poder, para dar prioridade à evolução das formações sociais, e, neste quadro, voltar a analisar o * Université de Bordeaux, Sciences Po Bordeaux Unité mixte de recherche n°5115 "Les Afriques dans le monde", CNRS/Sciences po Bordeaux, <m.cahen@scien-cespobordeaux.fr> 1 A versão preliminar deste artigo foi lida como comunicação no Colóquio «África », Loránd Tudományegyetem e pela Associação Internacional dos Lusitanistas, nos dias 11 e 12 de novembro de 2013, Budapeste, Hungria. Agradeço à Bárbara dos Santos pela releitura e edição do texto.
dc.subject.ptpóscolonial
dc.subject.ptsubalternidade
dc.subject.ptnação
dc.subject.ptcrioulidade
dc.subject.ptpartido único
dc.subject.ptcultura política
dc.subject.ptPALOPs
dc.title.ptPontos comuns e heterogeneidade das culturas políticas nos PALOPs – Um ponto de vista “pós-póscolonial” 
hal.origin.linkhttps://hal.archives-ouvertes.fr//halshs-02469724v1
bordeaux.COinSctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info:ofi/fmt:kev:mtx:journal&amp;rft.title=Points%20communs%20et%20h%C3%A9t%C3%A9rog%C3%A9n%C3%A9it%C3%A9%20des%20cultures%20politiques%20dans%20les%20PALOP%20%E2%80%93%20Un%20point%20de%20vue%20%22post-postcoloni&amp;rft.atitle=Points%20communs%20et%20h%C3%A9t%C3%A9rog%C3%A9n%C3%A9it%C3%A9%20des%20cultures%20politiques%20dans%20les%20PALOP%20%E2%80%93%20Un%20point%20de%20vue%20%22post-postcolon&amp;rft.jtitle=Hist%C3%B3ria:%20Quest%C3%B5es%20&%20Debates&amp;rft.date=2015-06&amp;rft.volume=LXII&amp;rft.issue=1&amp;rft.spage=19-47&amp;rft.epage=19-47&amp;rft.eissn=0100-6932&amp;rft.issn=0100-6932&amp;rft.au=CAHEN,%20Michel&amp;rft.genre=article


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